Como se constrói futuro sem perder memória?
- Quando
- 15:15 – 16:15 Sexta-feira, 20 de novembro de 2026 · 60 min
- Trilha
- LARGO TEREZA BATISTA
Imaginar o futuro não significa abandonar as histórias que formam nossas identidades. O painel debate a memória como patrimônio cultural, fonte de conhecimento e ferramenta de transformação. A conversa explora como arquivos, narrativas orais, manifestações artísticas e experiências comunitárias preservam histórias muitas vezes invisibilizadas. Também aborda o papel da tecnologia na documentação, na circulação e no acesso à memória coletiva.
Sobre esta sessão
Imaginar o futuro não significa abandonar as histórias que formam nossas identidades.
O painel debate a memória como patrimônio cultural, fonte de conhecimento e ferramenta de transformação. A conversa explora como arquivos, narrativas orais, manifestações artísticas e experiências comunitárias preservam histórias muitas vezes invisibilizadas.
Também aborda o papel da tecnologia na documentação, na circulação e no acesso à memória coletiva. A digitalização de acervos e o uso de ferramentas de inteligência artificial abrem oportunidades, mas levantam questões sobre autoria e controle.
Outro ponto é garantir que comunidades tenham participação nas decisões sobre como suas histórias são registradas e compartilhadas.
A ancestralidade aparece como referência viva para criar novas linguagens, soluções e perspectivas de futuro.
O debate questiona quem tem o poder de contar a história e quais memórias serão transmitidas às próximas gerações.
Questão central: como usar a memória como matéria-prima para futuros que reconheçam nossas raízes e ampliem nossas possibilidades?